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O título diz respeito ao constante paradoxo Tutti/Solo implementado na poética desde seu princípio, mas também ao fato de todos os instrumentos estarem presentes, tocando continuamente durante toda a duração da obra. Tutti tenta explorar situações nas quais todos os instrumentos tocam como um solo e momentos onde um instrumento é orquestrado como um tutti. A obra propõe uma escrita orquestral para um conjunto de câmara. Praticamente todos os parâmetros utilizados estão em constante fluxo, de forma a criar uma certa elasticidade temporal, tímbrica, harmônica e textural.